Uma tragédia que não temos o direito de esquecer

por HUBERT ALQUÉRES

Kassab, Serra e Marrey (ao telefone): solidários numa tragédia que abalou centenas de milhares de pessoas.

Há exatos seis anos, às 18h50 do dia 17 de julho de 2007, o Airbus-A320 da TAM, voo 3054, saiu da pista do aeroporto de Congonhas e explodiu ao colidir com um prédio do outro lado da avenida. 199 pessoas perderam suas vidas e o Brasil se chocou com a maior tragédia aérea de Continuar lendo

Janela de Oportunidades

Candidatos de oposição estão ganhando musculatura para a disputa presidencial do próximo ano. Isso é bom para o Brasil.

Candidatos de oposição estão ganhando musculatura para a disputa presidencial do próximo ano. Isso é bom para o Brasil.

por HUBERT ALQUÉRES

Diante da nova pesquisa do CNT, José Serra, Eduardo Campos, Marina Silva e Aécio Neves se posicionam com chances crescentes na disputa presidencial de 2014. A pesquisa é muito ruim para Dilma. Vai aumentar a pressão para o “volta Lula”. E ela abre espaço para o surgimento de novas candidaturas, recoloca Serra no cenário e acelera o Continuar lendo

O peleguismo cobra seu preço

Foto de Juca Varella na primeira página do jornal Folha de S.Paulo não poderia ser mais significativa. Mostra a baixa adesão do Dia Nacional de Lutas organizado pelas centrais sindicais brasileiras. Um pingo de gente afetando estradas e parando o trânsito em grandes cidades.

Um pingo de gente! Foto de Juca Varella na primeira página do jornal Folha de S.Paulo não poderia ser mais significativa. Mostra a baixa adesão do Dia Nacional de Lutas organizado pelas centrais sindicais brasileiras.

por HUBERT ALQUÉRES

Nos últimos dez anos, centrais sindicais e movimentos sociais foram, paulatinamente, cooptados pelo Estado. De antigas entidades combativas, passaram a ser tuteladas, mantidas por tributos compulsórios, aparelhadas e instrumentalizadas por interesses partidários e governamentais. Nos dois mandatos de Lula, o bom mocismo sindical foi recompensado por benesses governamentais, entre as quais a participação das Centrais na divisão do butim do imposto sindical e o pleno acesso à sala presidencial, nem que fosse para conversa fiada com o presidente.
No modelo lulista, o sindicalismo e os “movimentos sindicais” representavam seu braço esquerdo, a tropa de choque que ameaçava por nas ruas, para enfrentar “a oposição e as elites golpistas”. Tivemos nestes anos as centrais defendendo Lula no caso do Continuar lendo