Terror não tem glamour

TERROR/RIO2016

por Hubert Alquéres

Passado o primeiro choque da tragédia do atentado no balneário de Nice, na França, o mundo continua atônito.

Hoje sabe-se que a qualquer momento pode surgir um lobo solitário capaz de dar a própria vida para massacrar dezenas de inocentes. Continuar lendo

Tragédia e omissão

Equipes de resgate no local do acidente com o Airbus A-320 da TAM, que causou uma explosão no terminal da companhia, no Aeroporto de Congonhas, São Paulo, SP, 17/07/2007 (Foto: Agência Brasil)Equipes de resgate no local do acidente com o Airbus A-320 da TAM, que causou uma explosão no terminal da companhia, no Aeroporto de Congonhas, São Paulo, SP, 17/07/2007 (Foto: Agência Brasil)

 

por Hubert Alquéres

Há nove anos, às 18h50 do dia 17 de julho de 2007, o Airbus-A320 da TAM saiu da pista do aeroporto de Congonhas e explodiu ao colidir com um prédio do outro lado da avenida. Cento e noventa e nove pessoas perderam suas vidas e o Brasil se chocou com a maior tragédia aérea de sua história.

Acidentes ocorrem por falhas humanas e de equipamentos. E as circunstâncias para o voo 3054 eram totalmente desfavoráveis: chovia, a pista estava escorregadia, faltavam

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Macarthismo nas escolas

Joseph McCarthy, senador republicano pelo estado de Wisconsin (Foto: Divulgação)Joseph McCarthy, senador republicano pelo estado de Wisconsin (Foto: Divulgação)

 

por Hubert Alquéres

Nos anos cinquenta, os Estados Unidos foram varridos por uma onda de histeria, capitaneada pelo Joseph McCarthy, um senador republicano do Estado de Wisconsin, que via fluidos comunistas em tudo e em todos.

O termo macarthismo entrou para o dicionário como sinônimo de patrulha anticomunista, de utilização de alegações e técnicas injustas para cercear o pluralismo de ideias e inibir o pensamento crítico.

O Brasil vive algo semelhante na Educação, com a proliferação em várias casas legislativas – inclusive na Câmara Federal – de projetos de lei inspirados no programa Escola sem Partido.

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Para sair do buraco

Buraco (Foto: Arquivo Google)

 

por Hubert Alquéres

Possivelmente a crise econômica bateu no fundo do poço.  Há sinais de discretas melhoras, ou de que as coisas pararam de piorar. Os indicativos são de aumento da confiança de empresários e consumidores, de desaceleração das demissões, embora o desemprego continue altíssimo e seja o grande tormento dos brasileiros. As previsões sobre o desempenho da economia para este ano e para 2017 estão sendo revistas para melhor. Ou menos ruim.

A leve mudança do cenário não deve alimentar leituras cor-de-rosa. O país não sairá do buraco, no qual submergiu em decorrência do desarranjo da economia promovido pelo governo Dilma Rousseff, apenas pela força da inércia. Por aí, o PIB brasileiro terá sempre voos de galinha.

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